"A promoção de uma Educação Mínima"
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De Paulo Guinote vale a pena ler também o texto *A Mistura Explosiva, *publicado
hoje no seu blogue. Destaco as seguintes passagens e tomo a liberdade de
m...
Pseudo-meteorologia?
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Não é bem pseudo, porque é baseado na lógica. Por exemplo, se a pedra
estiver branca em cima, provavelmente está a nevar 🙂 O problema é que isto
não é “fo...
Ensino de Química em Revista
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*Ensino de Química em Revista: o papel social do ensino de Química*
*Autor*: Guilherme Cordeiro da Graça Oliveira, Jussara Lopes de Miranda,
Leonardo Ma...
A Guerra Homeopática no Jornal da USP
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Para que serve o jornal de uma universidade? Essa pergunta parece simples
mas a resposta pode não ser muito óbvia. No Brasil praticamente todas
universida...
Se mais nada houvesse, as quatro luas de Júpiter descobertas em 1610 por Galileu Galilei teriam sido suficientes para deixá-lo célebre. A 7 de Janeiro desse ano, o cientista, original de Pisa, olhou através de um telescópio fabricado por si - com mais qualidade do que o que tinha apresentado ao Senado de Veneza meses antes - e viu quatro luzinhas que giravam à volta de Júpiter e que pareciam estrelas. A descoberta, como sempre, não lhe bastou e Galileu passou a fazer observações cuidadosas noite após noite. Com registos, esquemas, rigor, persistência. "Com Galileu, cada facto extraordinário que ele descobria passava imediatamente a objecto de estudo sistemático. É isto que é genial nele", lembra Henrique Leitão, investigador em História da Ciência da Universidade de Lisboa. O estudo produziu frutos: as luzes, afinal, eram os primeiros quatro dos mais de 60 satélites que estão amarrados ao planeta gigante. As implicações da descoberta não tardaram e a curiosidade de Galileu estava apenas a começar a abanar o mundo. Muito mais estava para vir. Ler o resto da notícia. (Retirado do Jornal Público, 25 de Agosto de 2009)
A poluição luminosa é um problema adicional para quem quer e gosta de observar o céu nocturno. No âmbito do Ano Internacional da Astronomia, a organização deste evento vai promover, já no próximo fim-de-semana, a “Noite das Estrelas”, um apagão na iluminação pública em vários pontos do país que pretende alertar as pessoas para o problema da poluição luminosa e para a beleza do céu nocturno. As celebrações da "Noite da das Estrelas" fazem parte do projecto internacional "Dark Skyes Awareness". Retirado o Jornal Público, 14 de Julho de 2009)
Um dos mais recentes exoplanetas descobertos tem os dias contados. O CoRoT-7 B está apenas a 2,4 milhões de quilómetros de distância da sua estrela (mais próximo do que Mercúrio está do Sol) e, segundo as mais recentes investigações, tem mil milhões de anos de vida antes de ser destruído e engolido pela sua estrela.
“As órbitas destes planetas variam muito lentamente, ao longo de escalas temporais de dezenas de milhões de anos”, afirma Brian Jackson, astrónomo do Laboratório Planetário e Lunar da Universidade de Arizona, citado pelo site ScienceDaily. “Ao fim de muito tempo, a órbita do planeta aproxima-o suficientemente da estrela para que a gravidade comece a destruí-lo.” O investigador é o primeiro autor de um artigo que está para ser publicado no “Astrophysical Journal” que prova que um planeta com uma órbita muito próxima dos seu sol pode ser engolido pela própria estrela. Esta uma teoria foi desenvolvida há um par de anos através de modelos de computador. Ao estudar um dado sistema estelar, os astrónomos desenvolviam modelos sobre o número de planetas que esse sistema tinha, unsando modelos computorizados ara calcular as variáveis. Mas as observações directas mostram que planetas que se previa estarem perto das estrelas, muitas vezes não existem. Ler o resto da notícia. (Retirado do Jornal Público, 4 de Maio de 2009)
Há mais de 13 mil milhões de anos, deu-se uma explosão de raios gama que só na quinta-feira passada foi observada por vários telescópios na Terra. Só durou dez segundos, mas foi o suficiente para localizar o mais afastado objecto do Universo. Na manhã de 23 de Abril, o telescópio espacial Swift observou uma explosão na constelação de Leão que rapidamente foi seguida também pelos telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO) no Chile, o ESO/MPG e o Very Large Telescope (VLT). Através da leitura de infravermelhos, o VLT conseguiu calcular a distância e a idade do objecto que produziu a explosão, devido ao fenómeno chamado desvio para o vermelho. “Descobrimos que a luz vinda da explosão foi consideravelmente esticada, ou desviada para o vermelho, pela expansão do Universo”, disse em comunicado Nial Tanvir, o líder da equipa que fez as observações do VLT. “Com um desvio para o vermelho de 8,2, esta é a explosão de raios gama mais remota que alguma vez foi detectada, e também o objecto mais distante alguma vez descoberto.” A nova explosão, denominada GRB 090423, aconteceu 600 milhões de anos depois do início do Universo, com o Big Bang — há 13.700 milhões de anos. As primeiras estrelas estavam a formar-se e o tamanho do espaço seria uma pequena parte do que é agora.Ler o resto da notícia. (Retirado do Jornal Público, 28 de Abril de 2009)
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