sábado, 25 de maio de 2013

Evolução

 Desde o início da década de 1990 que começou a haver testemunhos de baratas a afastarem-se de açúcar, meia dúzia de anos depois de surgirem as armadilhas venenosas que estão revestidas de açúcar. Agora, uma equipa liderada por Coby Schal, do Centro de Biologia do Comportamento da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, foi tentar compreender as mudanças fisiológicas que estavam a surgir em populações da “Blatella germânica”. Esta espécie, mais conhecida por barata-germânica, mede entre 1,3 e 1,6 centímetros e está espalhada pelas casas de todo o mundo.

O fenómeno é global. Das 19 populações que os cientistas analisaram, em sete havia baratas que não gostavam de açúcar. Apesar de estas crescerem mais lentamente e de se arriscarem a ingerir comida desconhecida e potencialmente perigosa, o certo é que se adaptaram a um mundo com armadilhas de açúcar. Ler mais.

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