terça-feira, 28 de junho de 2011

Pequeno asteróide passa nesta segunda-feira rente à Antárctica


O asteróide, de nome 2011 MD, devido ao seu pequeno tamanho só foi descoberto dia 22 de Junho e vai passar às 18h14 (hora de Lisboa) muito perto da Terra, na região do Oceano Antárctico. O objecto vai atravessar abaixo dos satélites geoestacionários, que estão a 35 quilómetros de altitude. Mas os cientistas explicam que a probabilidade de embate contra um destes aparelhos é muito curta.
O 2011 MD viaja a uma velocidade de 29 quilómetros por segundo, circula à volta do Sol em 396,4 dias. “À medida que o asteróide passa pela Terra, a sua órbita vai ser alterada e ninguém sabe o que essa alteração irá fazer nas futuras passagens e se irá, no futuro, colidir com a Terra”, disse Kevin Yates ao Guardian, que trabalha no Centro de Informação de Objectos Perto da Terra. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 28 de Junho de 2010)

domingo, 26 de junho de 2011

Eclipse over the Acropolis

terça-feira, 14 de junho de 2011

Is anybody out there?

Portugal assiste a eclipse da Lua amanhã

Um novo eclipse da Lua vai ocorrer amanhã e, se as condições meteorológicas assim o permitirem, Portugal vai poder assistir ao fenómeno a partir das 20h58, em Lisboa, hora em que ocorre o nascimento da Lua, disse à Lusa fonte do Observatório Astronómico de Lisboa.(Retirado do Público, 14 de Junho de 2011)
Mais informações aqui.

O primeiro laser que é uma célula viva

Investigadores norte-americanos alteraram uma célula para ela produzir luz laser.

Meio século depois da invenção do laser, esta é a primeira vez que uma célula viva é levada a produzir esse tipo de luz. A nova tecnologia vai melhorar a imagiologia para observação dos processos celulares e abre caminho a terapias fotodinâmicas (que activam reacções químicas por meio de luz) mais avançadas. O trabalho foi realizado pelos investigadores Malte Gather e Secok Hyun Yun, do Center for Photomedicine do Massachussetts Hospital, nos Estados Unidos. (Retirado do DN, 14 de Junho de 2011)

sábado, 11 de junho de 2011

Tabela periódica tem dois novos símbolos químicos

A tabela periódica vai passar a ter dois novos elementos químicos, ainda sem nome, aos quais foram atribuídos a numeração 114 e 116, que representam os números atómicos. Os dois novos elementos foram descobertos em laboratório por uma equipa internacional de investigadores de Química e Física dos Estados Unidos e da Rússia.

Ao contrário de outros elementos químicos, como o carbono ou o ouro, estes novos elementos têm uma vida muito curta. Os átomos do elemento químico 114 desintegram-se em poucos segundos. Ao 116 basta uma fracção de segundo. Ambos foram descobertos em experiências de laboratório com outros elementos da tabela periódica em 2004 e 2006. Nos últimos 250 anos têm sido acrescentados novos elementos à tabela periódica. O mais recente datava de 2009, ao qual foi atribuído o nome copernicium, em honra de Copérnico. (Retirado do JN, 10 de Junho de 2011)

Mais informações aqui e aqui.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

The Sun Unleashed


quinta-feira, 9 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Átomos de antimatéria do CERN duraram 16 minutos

No "best-seller" de Dan Brown "Anjos e Demónios" há uma bomba de anti-matéria - que é o espelho da matéria de que o nosso mundo é constituído. No livro e na vida real os átomos de antimatéria são produzidos no acelerador de partículas do CERN. A antimatéria não é explosiva nem perigosa em si: só que quando entra em contacto com a matéria, aniquilam-se uma à outra, gerando uma enorme quantidade de energia — daí a expectativa do escritor de poder criar uma bomba de antimatéria (mas para isso precisaria muito, muito mais quantidade do que uns poucos átomos).

O feito obtido pela equipa da experiência ALPHA do acelerador de partículas LHC do Laboratório Europeu de Física de Partículas (conhecido como CERN, a sigla do seu nome inicial), na Suíça, permite fazer algo inédito até agora: caracterizar um átomo de anti-hidrogénio.

O simples átomo de hidrogénio é um dos sistemas melhor conhecidos da física, salienta um comunicado de imprensa do laboratório. Nesta experiência, foram aprisionados durante 16 minutos, ou 960 segundos, cerca de 300 átomos de anti-matéria. “É um tempo suficientemente longo para começar a estudá-los”, explica Jeffrey Hangst, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, porta-voz da equipa ALPHA que relata os resultados na revista Nature Physics deste mês. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 5 de Junho de 2011)