sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Comet Hartley Passes a Double Star Cluster

ASTROBIOLOGIA : Outros mundos, outras vidas?

A Ciência Viva com a colaboração do OAL promove um concurso nacional para os alunos do ensino secundário subordinado ao tema "Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?"

O prémio para os vencedores do concurso é muito aliciante uma vez que terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011 em Huntsville, no Alabama, EUA.

O prazo para a entrega dos trabalhos é 2 de Março de 2011.

Informações adicionais, nomeadamente o regulamento do concurso, podem ser consultadas na página da Ciência Viva em:

http://www.cienciaviva.pt/rede/space/home/astrobiologia.asp

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A galáxia mais longínqua até hoje observada

É um novo recorde para os astrónomos. A galáxia UDFy-38135539 já existia quando o universo tinha pouco menos de 600 milhões de anos. Um grupo internacional de astrónomos descobriu a galáxia mais longínqua (e, portanto, mais antiga) até hoje observada a partir da Terra. A UDFy-38135539, como foi designada pelos seus descobridores, é hoje apresentada ao mundo nas páginas da revista Nature.

A galáxia em causa, que os investigadores calculam que contenha mil milhões de estrelas, formou-se quando o universo tinha pouco menos de 600 milhões de anos. Ou seja, na sua primeira infância, já que a idade estimada do universo, desde o Big Bang, é de 13,7 mil milhões de anos. Nunca se tinha observado um objecto tão longínquo ou antigo como este.

A equipa, coordenada pelo astrofísico Mathew Lehnert, do Observatório de Paris, utilizou os Very Large Telescopes (VLT) do European Southern Observatory (ESO) instalados no deserto de Atacama, no Chile, para analisar a luz da galáxia que tinha sido detectada pelo Hubble e assim determinar a sua idade exacta. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 21 de Outubro de 2010)

Sun and Moon

A Delicate Ecosystem

Seis portugueses ganham bolsas de investigação europeias

Seis portugueses vão ganhar até dois milhões de euros numa bolsa dada pelo Conselho Europeu de Investigação, que premeia os melhores projectos a serem realizados na Europa. Ao todo, foram escolhidos 427 projectos, do total de 2873 candidaturas. As bolsas vão totalizar 580 milhões de euros.
Vitor Manuel Cardoso, do Instituto Superior Técnico, foi o único cientista a receber uma bolsa na área das Ciências Físicas e Engenharia, por um projecto para estudar os buracos negros. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 21 de Outubro de 2010)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Clusters, Hartley, and the Heart

Nova era da investigação com lasers ultra-intensos tem cunho português

Criar um acelerador de partículas de dimensões reduzidas aplicável ao tratamento do cancro ou um instrumento de fusão a laser para gerar energia limpa pode estar "perto" de se tornar real. Ainda deverá demorar algumas décadas até que tal aconteça, mas investigadores portugueses do Instituto Superior Técnico (IST) desenvolveram uma técnica para produzir lasers ultra-intensos que poderá abrir portas à concretização dessas realidades.

Um artigo de Frederico Fiúza, Ricardo Fonseca e Luís Oliveira e Silva, do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN) do IST, foi publicado recentemente na reconhecida revista científica internacional “Nature Physics” e dá a conhecer este novo mecanismo para a amplificação de luz laser a altas intensidades em plasmas de forma compacta. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 14 de Outubro de 2010)

domingo, 10 de outubro de 2010

Spiral Extraordinaire

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Aurora Over Alaska

Três reacções químicas com nome próprio

São dois japoneses e um americano. Chamam-se Akira Suzuki, Ei-ichi Negishi e Richard Heck e cada um deles deu o seu nome a uma reacção química em que o paládio faz o papel de catalisador. Com isso, abriram portas a desenvolvimentos nas terapias do cancro e de outras doenças, à produção de novos remédios e de produtos electrónicos.
Descobriram como utilizar um metal raro chamado paládio como catalisador (elemento que facilita uma reacção química) na síntese orgânica, ou seja, nas reacções químicas entre moléculas de carbono. Com isso, Richard Heck, de 79 anos, Ei-ichi Negishi, de 75, e Akira Suzuki, de 80, criaram um dos instrumentos mais sofisticados hoje utilizados pela química em áreas tão diversas e fundamentais como tratamentos para o cancro, criação de novos medicamentos, de produtos para a agricultura ou para a electrónica. Ontem a Real Academia Sueca decidiu distinguir os seus trabalhos com o Prémio Nobel da Química. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 6 de Outubro de 2010)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Só tem um átomo de espessura, é quase transparente... é o grafeno e valeu um Nobel

Imaginemos o traço deixado por um lápis numa folha de papel. Se lhe passarmos a mão por cima, facilmente se esborrata. Acabámos de espalhar no papel várias camadas de grafite, a forma de carbono de que são feitos os vulgares bicos dos lápis. Mas se continuássemos a esborratar o traço a lápis, talvez acabássemos por ter uma única camada de átomos e, então, estaríamos na presença de uma nova forma de carbono — o grafeno.
Foi mais ou menos isto que fizeram dois cientistas, nascidos na Rússia mas a trabalhar no Reino Unido, na Universidade de Manchester, e que resultou na descoberta do grafeno. Até 2004, não passava de uma hipótese, com décadas de especulação. Nesse ano, em Outubro, Andre Geim e Konstantin Novoselov publicaram na revista Science o artigo em que anunciaram a existência real do grafeno e lançaram o entusiasmo na comunidade científica mundial, devido a uma variedade de possíveis aplicações, desde a criação de novos materiais até ao fabrico de electrónica inovadora. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 6 de Outubro de 2010)