sexta-feira, 25 de junho de 2010

Noite em Alamut

A primeira tempestade vista num exoplaneta

Ventos a mais de cinco mil quilómetros por hora num mundo a 150 anos-luz daqui . Tudo em Osíris acontece a velocidades vertiginosas e a temperaturas extremas. Ventos, órbita, muito calor e muito frio. Há tudo isso ali.
Osíris, cujo nome oficial é HD209458b, um arrazoado de letras e de números que significam um lugar próprio no catálogo dos exoplanetas (ou planetas extra-solares) até hoje descobertos, é o primeiro destes mundos fora do sistema solar em que os astrónomos conseguiram medir a velocidade do ventos tempestuosos que ali sopram, a uns inimagináveis cinco mil a 10 mil quilómetros por hora. A descoberta foi publicada ontem na revista Nature. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 25 de Junho de 2010)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cometa McNaught C/2009 R1 está a passar por aqui

Descoberto a 9 de Setembro do ano passado pelo astrónomo Robert H. McNaught, a partir do observatório australiano de Siding Spring Observatory, o cometa que leva o seu nome, juntamente com a sigla C/2009 R1, está visível ainda nos próximos dias, antes do amanhecer, para os observadores do hemisfério Norte. Depois, à medida que se for aproximando mais do Sol, o cometa apaga-se sob a luz intensa da estrela.
No dia 2 de Julho, o cometa atinge o ponto mais próximo a que ficará do Sol, a pouco menos de 75 milhões de quilómetros dele. Depois volta a afastar-se, já do outro lado da estrela, tornando-se novamente visível, nessa altura ao anoitecer.
Ontem o McNaught C/2009 R1 "era visível junto da estrela Capela, na constelação de Auriga", explicou ao DN o astrónomo Carlos Santos, do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). Com a aproximação ao Sol "está prestes a deixar de ser visível", adiantou. Mas para o ver, nesta altura, é preciso olhar na direcção do Norte, antes de amanhecer. Aí, mesmo junto ao horizonte - "o cometa está baixo no céu", nota Carlos Santos - estará o McNaught C/2009 R1. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 24 de Junho de 2010)

The IT guy

Leituras: Jornal O Camaleão

terça-feira, 22 de junho de 2010

Bubbles and baby stars

Uma imagem espectacular do telescópio espacial Hubble sobre uma das regiões onde se formam as estrelas - com a nebulosa N11 em destaque. Ler mais aqui.

Reino dos faraós datado com mais precisão

A primeira datação por carbono 14 sobre o conjunto de dinastias dos faraós egípcios foi finalmente realizada por uma equipa de investigadores europeus e israelitas. Não traz alterações notáveis relativamente à cronologia já estabelecida, a partir de documentos epigráficos e cálculos astronómicos, mas assinala uma viragem, já que os especialistas em Egipto Antigo nunca pediram ajuda de físicos para obter datação por carbono 14. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 22 de Junho de 2010).

The Aleutian Islands - Alaska

Wishing on a shooting star

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Solstício de Verão

O Verão chega hoje às 12h. Para aproveitar este dia saia e observe a forma como a Natureza celebra esta estação.

NASA prepara-se para chuva de meteoritos

A NASA começou a avaliar os riscos a que podem estar expostos os satélites e as naves que circundam a Terra durante a chuva de meteoritos Dracónida (associada ao cometa periódico 21P/Giacobini-Zinner), que atravessa o céu no início do mês de Outubro. Esta “tempestade de rochas” acontece todos os anos e não oferece problemas de maior. Contudo, os investigadores acreditam que em a chuva de meteoros de 8 de Outubro 2011 será mais violenta do que é habitual. A tal ponto que as pequenas rochas podem colidir e danificar naves como a Estação Espacial Internacional (ISS) ou o telescópio Hubble. Ler o resto da notícia. (retirado do CIênciaHoje, 21 de Junho de 2010)

domingo, 20 de junho de 2010

A beleza do mundo microscópio 8: nano arte

Peter Webber - Arachnoidiscus sp diatom (microscopic algae) (800x)


Edward Kinsman - Snowflake (35x)

John Hart - Crystallized mixture of resorcinal, methylene blue, and sulphur (13x)


Simetria

quinta-feira, 17 de junho de 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Time lapse of Eyjafjallajokul eruption

Imagens deslumbrantes da erupção do vulcão Eyjafjallajokul (com uma música fabulosa a acompanhar).



(Música Kolnidur, do cantor islândes Jónsi)

Red Rectangle Nebula

Modelo sugere que Marte teve um oceano

Há 3,5 mil milhões de anos Marte pode ter sido um planeta azul. Um modelo feito a partir da informação sobre as marcas geológicas de deltas de rios e redes hidrográfica sugere ter existido uma massa de água que cobria um terço do planeta.
O oceano ficaria no Norte de Marte, teria o tamanho do Atlântico e continha um décimo da água existente na Terra. O artigo sobre o estudo foi publicado ontem na Nature Geoscience. Segundo os cálculos, 36 por cento do planeta estaria coberto por água num único oceano que conteria 134 milhões de quilómetros cúbicos de água. Haveria ainda vários lagos com tamanhos diferentes e um ciclo hídrico com chuva, evaporação e neve. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 14 de Junho de 2010)

Férias de Verão!

domingo, 13 de junho de 2010

Marte retrógrado

Cientistas 'capturam' exoplaneta em acção

A equipa de astrónomos europeus baseada no Observatório Sul, no Chile, detectou em movimento pela primeira vez um planeta fora do nosso sistema solar em órbita de uma jovem estrela branca. O sol do planeta Beta Pictoris b pensa-se que é também a estrela mais jovem com capacidade para atrair para a sua órbita uma outra massa espacial. Esta descoberta mostra que planetas semelhantes a Júpiter podem formar-se num espaço de tempo muito inferior ao inicialmente suposto, segundo a revista Science.

Até hoje, os astrónomos já identificaram mais de 450 exoplanetas, ou seja, planetas em movimento fora do nosso sistema solar. Mas o Beta Pictoris b é uma gigantesca massa de gás, com uma massa nove superior à de Júpiter, é um dos raros que foi possível detectar em acção através de imagens directas. É ainda o mais novo de todos os exoplanetas, explicou à BBC Markus Kasper, um dos astrónomos envolvidos na observação. A estrela, baptizada Beta Pictoris, é igualmente bastante jovem: cerca de 12 milhões de anos. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 13 de Junho de 2010)

Mais informações aqui.


sábado, 12 de junho de 2010

Atracção e repulsão por influência de campos magnéticos


Babies by google

Português participa hoje na final do Famelab, o “Ídolos” da Ciência

O professor e doutorado em Astronomia Alexandre Aibéo participa hoje na final internacional do concurso FameLab, dedicado à comunicação da Ciência, em Cheltenham, em Inglaterra. Lançada em 2005 no Reino Unido, esta é a primeira vez que a iniciativa tem uma participação de Portugal, que se junta ao Egipto, Hong Kong, Líbia, Marrocos, Áustria, Bulgária, Croácia, Grécia, Chipre, Israel e Sérvia. Os concorrentes são desafiados a, em três minutos, falarem de um tema científico de forma a manter o público geral interessado e divertido e ao mesmo tempo transmitir conhecimento.
O vencedor será escolhido por um júri de 20 elementos, que inclui académicos, cientistas, jornalistas e outros profissionais da comunicação social. Na edição portuguesa, realizada em Maio, Alexandre Aibéo apresentou um tema dedicado à Astronomia, iniciando a presentação com a pergunta de uma criança de seis anos: “Como se fazem as estrelas?”. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 12 de Junho de 2010)

Qual é a força gravitacional entre a Terra e a Lua?

Mais um excelente recurso da ESA sobre a força gravitacional entre a Terra e a Lua.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

M51

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Cheltenham Science Festival 2010

O anual Festival de Cheltenham já ganhou honras de data inesquecível no calendário. É uma iniciativa que reúne vários investigadores, autores e artistas internacionais na pequena cidade com o mesmo nome, que fica a duas horas de Londres, no Reino Unido e conta com o selo do jornal «Times». Segundo este diário britânico, vários cientistas arriscarão a sua reputação por dar a conhecer novas teorias, durante cinco dias, aquando do Festival da Ciência – que tem início marcado para amanhã (9) e terminará no domingo.
Este ano, o evento dedicado à ciência irá explorar o tema da ‘decadência’ e aquilo que ela representa para nós – através de eventos que questionarão como e por quê a Ciência nos deu determinadas vantagens e luxos que agora consideramos difíceis de abdicar. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 9 de Junho de 2010)

Uma questão de perspectiva

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Lua produz electricidade para as nossas casas

O projecto da Shimizu Corporation prevê revestir o Equador lunar com um enorme cinto de células fotovoltaicas: são cerca de 11 mil quilómetros, por 400 de largura. Robôs construídos para o efeito e teleoperados a partir da Terra irão efectuar o trabalho, mas com uma particularidade. É que aproveitarão materiais abundantes no próprio solo lunar para a construção dos painéis fotovoltaicos, como por exemplo cascalho lunar.Uma equipa de astronautas dará apoio robótico no local.

A energia ali produzida será encaminhada para centros de transmissão, que depois a enviarão para Terra por microndas e por laser de alta densidade energética. Depois de recebida será convertida e introduzida nas redes eléctricas convencionais para distribuição à escala planetária. Uma visão futurista, mas que já começa a despertar o interesse de empresas como a Shimizu, e que poderá ajudar a redimensionar o cluster aeroespacial. Ler o resto da notícia. (Retirado do semanário Expresso, 7 de Junho de 2010)

A good idea!

domingo, 6 de junho de 2010

Hubble remix

Quebrar o vidro numa situação de emergência

Aluna de Portalegre vence Olimpíadas Portuguesas da Física 2010

Leonor Figueiredo é a aluna vencedora da Medalha de Ouro do escalão B (11º ano) das Olimpíadas Portuguesas da Física, realizadas no Museu Nacional da Electricidade, em Lisboa. A Medalha de Prata foi para Paulo Augusto, da Escola Secundária Avelar Brotero em Coimbra e a de Bronze para Rui Azevedo, do Colégio Luso-Francês, no Porto.
No escalão A (9º ano) os grandes vencedores foram João de Araújo e Luís Franco da Escola Secundária com 3º Ciclo de Ensino Básico de Raul Proença nas Caldas da Rainha. Ler o resto da notícia. Retirado do TVCiência, 6 de Junho de 2010.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Viagem simulada a Marte começou hoje em Moscovo

Ir a Marte sem sair de Moscovo. Essa é a simulação que está desde hoje de manhã a ser vivida por seis homens que dão corpo a uma experiência que se deve prolongar por ano e meio. Objectivo: estudar os efeitos físicos e psicológicos de um isolamento tão prolongado nos tripulantes.
Inserida no programa Mars-500, a ideia da experiência, em que também está envolvida a Agência Espacial Europeia, é “imitar uma missão a Marte e o seu regresso da maneira mais exacta possível, sem lá ir”. Cenário: o Instituto de Problemas Médico-biológicos de Moscovo. Protagonistas: três russos, um italiano, um francês e um chinês.
Nos primeiros 250 dias, correspondentes à viagem de ida, os voluntários estarão numa “navette” de 180 metros quadrados. Em seguida, três deles passarão 30 dias num módulo imitando as condições do solo do Planeta Vermelho. Finalmente, o conjunto da tripulação faz a imaginária viagem de regresso ao longo de 240 dias. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 3 de Junho de 2010)
Mais informações aqui.

Facebook na sala de aula

terça-feira, 1 de junho de 2010

N49

Estrutura das asas de borboletas pode ser usada para evitar falsificação de documentos

Investigadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, desenvolveram um método para imitar as cores das asas de borboletas tropicais, a fim de aplicá-lo na indústria de impressão segura, como cartões multibanco, cadernetas bancárias ou passaportes.
Mathias Kolle, Ullrich Steiner e Jeremy Baumberg estudaram a espécie Papilio blumei, que vive na Indonésia e cujas cores das asas não são dependentes de pigmentos, mas de estruturas microscópicas semelhantes às embalagens de ovos. Através da nanotecnologia, estes investigadores criaram cópias idênticas ao design natural destas estruturas e conseguiram assim reproduzir com sucesso as cores vivas exibidas pelas borboletas. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 1 de Junho de 2010)