quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Let´s celebrate our planet :)



Hoppipolla song by Sigur Ros

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eclipse lunar total na madrugada de amanhã

Na madrugada de amanhã, terça-feira, ocorrerá um eclipse lunar total, que poderá ser visível em Portugal durante poucos minutos. O fenómeno irá começar às 5.29 horas da madrugada de terça-feira, e cerca de duas horas depois, atingirá o seu pico, quando a sombra da Terra cobrir por completo a Lua.
Em Portugal, o fenómeno poderá ser observado a Oeste, caso o céu esteja sem núvens. Às 7.41 horas( hora portuguesa), quando a lua entrar no cone de sombra da Terra, vai haver a possibilidade de olhar o satélite "desaparecido" durante poucos minutos, até o sol nascer, às 7.51 horas. (Retirado do JN, 20 de Dezembro de 2010)

A Lunar Eclipse on Solstice Day

Solstício de Inverno 2010



Em 2010 o Solstício ocorre no dia 21 de Dezembro às 23h38m. Este instante marca o início do Inverno no Hemisfério Norte, Estação mais fria do ano. Esta estação prolonga-se por 88,99 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 20 de Março de 2011 às 23h21m. (Retirado do OAL, 20 de Dezembro de 2010)

Leituras

Ciência e tecnologia made in 2010

Craigslist

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Look at the sky tonight

sábado, 11 de dezembro de 2010

LHC pode trabalhar mais um ano para descobrir a partícula de Higgs

O acelerador de partículas do CERN poderá ficar mais um ano a trabalhar, até ao final de 2012, antes de interromper a actividade, e sofrer as alterações necessárias para se tornar mais potente. Este desvio dos planos estabelecidos no início deste ano deve-se à possibilidade de a máquina estar perto de dar aos cientistas o que prometeu: o bosão de Higgs.
“Seria uma vergonha parar”, disse Steve Myers, o responsável pela manutenção e "upgrade" do acelerador, citado na secção das notícias do site da revista Nature. O LHC está a trabalhar a uma energia de sete biliões (milhões de milhões) de electrões-volt para encontrar a partícula de Deus – o bosão de Higgs. Esta partícula, cuja existência foi teorizada em 1966 pelo físico Peter Higgs, explica a origem da massa no Universo. É através dela que todas as outras partículas da matéria adquirem massa. Ler o resto da notícia. Retirado do Público, 11 de Dezembro de 2010.

Meteor in the Desert Sky

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Moonrise Through Mauna Kea's Shadow

Portugal marks ten years in ESA

domingo, 5 de dezembro de 2010

Earth as Art

Sinewy Delta


"Van Gogh" Algae


"Stunning" Ice Shapes

Mais imagens fabulosas do nosso planeta aqui e aqui.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Bactérias que comem arsénio podem levar a NASA a descobrir vida noutros planetas


A janela com que procuramos vida no Universo acabou de aumentar depois de uma equipa de cientistas encontrar pela primeira vez uma bactéria que se alimenta de arsénio. A descoberta é publicada hoje na edição online da revista Science e amanhã na edição impressa, e é o mistério que a NASA revela na sua conferência de imprensa.
Quando se olha para fora do planeta Terra para encontrar vida, os cientistas têm o hábito de procurar por ambientes que podem disponibilizar estes elementos. “A vida como a conhecemos necessita de alguns elementos e exclui outros”, disse Arial Anbar, um dos autores do artigo, da NASA. “Mas serão estas as únicas opções? Quão diferente é que a vida pode ser?”, questionou o cientista, citado num comunicado de imprensa. A descoberta feita por Felisa Wolfe-Simon, primeira autora do artigo, que trabalha no Instituto de Astrobiologia da NASA, responde esta pergunta.
Para isso, a astrobióloga foi até ao lago Mono na Califórnia, rico em arsénio, para retirar amostras de sedimentos com populações de bactérias. No laboratório, colocou estas amostras numa cultura rica em arsénio e sem nenhum fósforo. Ao final de algum tempo verificou que tinha bactérias a crescer. A estirpe que cresceu chama-se GFAJ-1 e pertence à família das bactérias Halomonadaceae. Apesar de crescer melhor em ambientes com fósforo, a equipa fez vários testes e encontrou provas que o arsénio foi incorporado no ADN e nas proteínas.
Segundo Felisa Wolfe-Simon, o mais importante é que estes resultados voltam a lembrar a flexibilidade da vida. “Esta história não é sobre o arsénio ou sobre o lago Mono”, explicou. “Se existem seres aqui na Terra que podem fazer algo tão surpreendente, o que é que a vida ainda pode mostrar que nós não vimos?” Ler o resto da notícia. Retirado do Público, 2 de Dezembro de 2010.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

Take a moment...

Star Streams of NGC 4216

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Há oxigénio em Reia, uma das luas de Saturno

Há oxigénio na atmosfera de Reia, uma das luas de Saturno, detectou a sonda Cassini da NASA, que está a estudar o sistema de Saturno. É a primeira vez que este gás, chave da vida na Terra, é detectado directamente na atmosfera de outro planeta.
Se há oxigénio, faltará outro componente essencial: água no estado líquido: “Todos os dados da Cassini indicam que Reia é demasiado fria e desprovida de água líquida, necessária para que exista vida tal como a conhecemos”, diz Ben Teolis, do Southwest Research Institute, o primeiro autor do trabalho, citado pela agência espacial norte-americana. Ler o resto da notícia. Retirado do Público, 26 de Novembro de 2010.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Experiências no CERN indicam que o Universo começou como um líquido


No acelerador de partículas do CERN já começaram a ser produzidos mini-Big Bangs, fazendo colidir núcleos atómicos maciços de chumbo, acelerados até velocidades muito próximas da da luz. Estas experiências, que libertam enormes quantidades de energia, permitem já reforçar uma teoria que os físicos têm tentado provar experimentalmente na última década: que, nos seus primeiros milionésimos de segundo, o Universo era líquido.
Foi no início do mês que os cientistas começaram a produzir no LHC, o acelerador de partículas instalado num túnel circular enterrado a mais de 100 metros de profundidade sob a fronteira franco-suíça, no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), estes Big Bangs em miniatura. O que na verdade se produz são densas bolas energéticas com as colisões dos núcleos de chumbo acelerados, que atingem temperaturas de dez biliões (milhões de milhões) de graus Celsius.
A esta temperatura incrível, muito maior do que o interior do Sol, os núcleos atómicos de chumbo fundem-se, misturando os seus constituintes mais básicos: os quarks, que são os tijolos fundamentais da matéria, e os gluões, as partículas que mediam as forças entre quarks. Ler o resto da notícia. Retirado do Público, 24 de Novembro de 2010.

Timelapse of Aurora Borealis over Tromsø, Norway.

Aurora Borealis timelapse HD - Tromsø 2010 from Tor Even Mathisen on Vimeo.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Descoberto um planeta que veio de outra galáxia

Planetas fora do nosso sistema solar já quase (e o quase é importante) não são novidade, pois já se conhecem perto de 500. Mas agora foi detectado o primeiro que vem de outra galáxia e foi aprisionado na Via Láctea com a sua Estrela, num processo de canibalismo galáctico.
Este exoplaneta que é também exogaláctico, denominado HIP 13044, tem 1,25 vezes a massa de Júpiter (é um gigante gasoso) e está em órbita de uma estrela longínqua em fim de vida, que fica à distância de 2200 anos-luz (um ano-luz equivale a 9460 milhares de milhões de quilómetros) da Terra. Está num grupo de estrelas que pertencia a uma galáxia anã que, há seis a nove mil milhões de anos, foi devorada pela nossa Via Láctea.

Este planeta, dizem os cientistas do Observatório Europeu do Sul (ESO) que relatam a sua descoberta num artigo publicado hoje online na revista “Science”, está muito próximo da sua Estrela: no ponto mais próximo da sua órbita, passa apenas a um décimo da distância que separa a Terra do Sol. Completa uma volta à sua estrela em apenas 16,2 dias.

Foi detectado usando os instrumentos do Observatório de La Silla do ESO, no Chile, através dos pequenos efeitos gravitacionais que exerce sobre a estrela. Ler o resto da notícia. Retirado do Público, 18 de Novembro de 2010.

Let´s google it

Let´s google it

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Home from Above

terça-feira, 9 de novembro de 2010

NGC 4452: An Extremely Thin Galaxy

Acelerador de partículas gera um 'mini-Big Bang'


Investigadores decidiram colidir iões em vez de protões e a mudança deu resultado. Foram geradas temperaturas um milhão de vezes superiores à do núcleo do Sol

O Grande Colisionador de Hadrões (LHC) conseguiu recriar, na terça-feira, um "mini-Big Bang". A conquista foi conseguida com a mudança da "receita" que vinha a ser usada: em vez de colidirem protões, os cientistas do CERN (Agência Europeia de Investigação Nuclear, em português) resolveram usar iões e conseguiram recriam uma versão "mini" do início do universo. Isto é, "mini" mas a gerar temperaturas um milhão de vezes superiores à do Sol.

A experiência ocorreu no túnel circular subterrâneo de 27 quilómetros de comprimento que existe na fronteira entre a França e a Suíça, perto de Genebra, onde está alojado o LHC. Até agora o maior acelerador de partículas do mundo tinha vindo a colidir protões, num esforço para desvendar os mistérios da formação do universo. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 9 de Novembro de 2010)

sábado, 6 de novembro de 2010

Comet Hartley 2 Flyby

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Comet Hartley Passes a Double Star Cluster

ASTROBIOLOGIA : Outros mundos, outras vidas?

A Ciência Viva com a colaboração do OAL promove um concurso nacional para os alunos do ensino secundário subordinado ao tema "Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?"

O prémio para os vencedores do concurso é muito aliciante uma vez que terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011 em Huntsville, no Alabama, EUA.

O prazo para a entrega dos trabalhos é 2 de Março de 2011.

Informações adicionais, nomeadamente o regulamento do concurso, podem ser consultadas na página da Ciência Viva em:

http://www.cienciaviva.pt/rede/space/home/astrobiologia.asp

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A galáxia mais longínqua até hoje observada

É um novo recorde para os astrónomos. A galáxia UDFy-38135539 já existia quando o universo tinha pouco menos de 600 milhões de anos. Um grupo internacional de astrónomos descobriu a galáxia mais longínqua (e, portanto, mais antiga) até hoje observada a partir da Terra. A UDFy-38135539, como foi designada pelos seus descobridores, é hoje apresentada ao mundo nas páginas da revista Nature.

A galáxia em causa, que os investigadores calculam que contenha mil milhões de estrelas, formou-se quando o universo tinha pouco menos de 600 milhões de anos. Ou seja, na sua primeira infância, já que a idade estimada do universo, desde o Big Bang, é de 13,7 mil milhões de anos. Nunca se tinha observado um objecto tão longínquo ou antigo como este.

A equipa, coordenada pelo astrofísico Mathew Lehnert, do Observatório de Paris, utilizou os Very Large Telescopes (VLT) do European Southern Observatory (ESO) instalados no deserto de Atacama, no Chile, para analisar a luz da galáxia que tinha sido detectada pelo Hubble e assim determinar a sua idade exacta. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 21 de Outubro de 2010)

Sun and Moon

A Delicate Ecosystem

Seis portugueses ganham bolsas de investigação europeias

Seis portugueses vão ganhar até dois milhões de euros numa bolsa dada pelo Conselho Europeu de Investigação, que premeia os melhores projectos a serem realizados na Europa. Ao todo, foram escolhidos 427 projectos, do total de 2873 candidaturas. As bolsas vão totalizar 580 milhões de euros.
Vitor Manuel Cardoso, do Instituto Superior Técnico, foi o único cientista a receber uma bolsa na área das Ciências Físicas e Engenharia, por um projecto para estudar os buracos negros. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 21 de Outubro de 2010)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Clusters, Hartley, and the Heart

Nova era da investigação com lasers ultra-intensos tem cunho português

Criar um acelerador de partículas de dimensões reduzidas aplicável ao tratamento do cancro ou um instrumento de fusão a laser para gerar energia limpa pode estar "perto" de se tornar real. Ainda deverá demorar algumas décadas até que tal aconteça, mas investigadores portugueses do Instituto Superior Técnico (IST) desenvolveram uma técnica para produzir lasers ultra-intensos que poderá abrir portas à concretização dessas realidades.

Um artigo de Frederico Fiúza, Ricardo Fonseca e Luís Oliveira e Silva, do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN) do IST, foi publicado recentemente na reconhecida revista científica internacional “Nature Physics” e dá a conhecer este novo mecanismo para a amplificação de luz laser a altas intensidades em plasmas de forma compacta. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 14 de Outubro de 2010)

domingo, 10 de outubro de 2010

Spiral Extraordinaire

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Aurora Over Alaska

Três reacções químicas com nome próprio

São dois japoneses e um americano. Chamam-se Akira Suzuki, Ei-ichi Negishi e Richard Heck e cada um deles deu o seu nome a uma reacção química em que o paládio faz o papel de catalisador. Com isso, abriram portas a desenvolvimentos nas terapias do cancro e de outras doenças, à produção de novos remédios e de produtos electrónicos.
Descobriram como utilizar um metal raro chamado paládio como catalisador (elemento que facilita uma reacção química) na síntese orgânica, ou seja, nas reacções químicas entre moléculas de carbono. Com isso, Richard Heck, de 79 anos, Ei-ichi Negishi, de 75, e Akira Suzuki, de 80, criaram um dos instrumentos mais sofisticados hoje utilizados pela química em áreas tão diversas e fundamentais como tratamentos para o cancro, criação de novos medicamentos, de produtos para a agricultura ou para a electrónica. Ontem a Real Academia Sueca decidiu distinguir os seus trabalhos com o Prémio Nobel da Química. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 6 de Outubro de 2010)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Só tem um átomo de espessura, é quase transparente... é o grafeno e valeu um Nobel

Imaginemos o traço deixado por um lápis numa folha de papel. Se lhe passarmos a mão por cima, facilmente se esborrata. Acabámos de espalhar no papel várias camadas de grafite, a forma de carbono de que são feitos os vulgares bicos dos lápis. Mas se continuássemos a esborratar o traço a lápis, talvez acabássemos por ter uma única camada de átomos e, então, estaríamos na presença de uma nova forma de carbono — o grafeno.
Foi mais ou menos isto que fizeram dois cientistas, nascidos na Rússia mas a trabalhar no Reino Unido, na Universidade de Manchester, e que resultou na descoberta do grafeno. Até 2004, não passava de uma hipótese, com décadas de especulação. Nesse ano, em Outubro, Andre Geim e Konstantin Novoselov publicaram na revista Science o artigo em que anunciaram a existência real do grafeno e lançaram o entusiasmo na comunidade científica mundial, devido a uma variedade de possíveis aplicações, desde a criação de novos materiais até ao fabrico de electrónica inovadora. Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 6 de Outubro de 2010)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A lucky image

Portugueses distinguidos em concurso europeu

Com um projecto original sobre estruturas geológicas misteriosas descobertas por eles no Sudoeste alentejano, alunos de Odemira conquistaram terceiro lugar na final.

Foi com "um mistério meio resolvido" sobre estruturas geológicas costeiras, como eles próprios dizem, que Inês Marques e Kristoffer de Sá Hog, da Escola Secundária de Odemira, conquistaram o terceiro lugar, no valor de 3500 euros, na Final Europeia para Jovens Cientistas, cuja 22ª edição terminou ontem, em Lisboa. O primeiro lugar foi ex aequo para participantes da Hungria, da Polónia e da República Checa. Ler o resto da notícia. (Retirado DN, 29 de Setembro de 2010)

ITER vai realizar primeiro teste com hidrogénio em 2019

Faltam nove anos para a realização dos primeiros testes do ITER, o Reactor Experimental de Fusão Nuclear , actualmente em construção em França. O hidrogénio - não radioactivo, limpo e flexível no trabalho de investigação - vai ser a fonte utilizada em 2019, estando previstas as provas com combustível real e radioactivo, que determinará a viabilidade efectiva do ITER, entre 2024 e 2026.

O projecto pretende "reproduzir o Sol na Terra, com o objectivo de ter uma energia limpa, inesgotável, segura, amiga do ambiente e economicamente atractiva", resumiu Carlos Varandas, presidente do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN), associado do projecto ITER. Ler o resto da notícia. (Retirado do Expresso, 29 de Setembro de 2010)

sábado, 25 de setembro de 2010

Captadas novas imagens da aurora de Saturno

Novas imagens e filme captados pela sonda 'Cassini' mostram auroras brilhantes do planeta por um período de dois dias. Novas imagens artificialmente coloridas da aurora brilhante de Saturno, feitas ao longo de dois dias, estão a ajudar os cientistas a entenderem o que causa alguns dos espectáculos de luz mais impressionante do Sistema Solar.

As imagens fazem parte de um novo estudo que, pela primeira vez, extrai informações sobre as características da aurora de Saturno tomadas a bordo da nave Cassini da NASA.

Os resultados preliminares foram ontem apresentados pelo cientista Tom Stallard, no Congresso Europeu de Ciência Planetária, que decorre em Roma. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 25 de Setembro de 2010)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Starry Night Over the Rhone

Estudantes e investigadores discutem novidades científicas no YES Meeting

O maior encontro internacional na área das Biomédicas que se realiza em Portugal arranca sexta-feira com a sua quinta edição. O Young European Scientists Meeting (Yes Meeting), organizado por um grupo de alunos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), abre portas aos estudantes do ensino superior e a investigadores de destaque internacional, entre eles Aaron Ciechanover, Nobel da Química em 2004.
O Yes Meeting apresenta três linhas essenciais, a “apresentação das investigações realizadas por alunos que estão a frequentar licenciatura, palestras de investigadores e uma componente prática de workshops. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 24 de Setembro de 2010)

«Se eu fosse...cientista!» é o novo concurso Ciência Hoje/ Ciência Viva

Imaginem-se um cientista de não importa que data, área científica e país. Contar a sua história em três momentos cruciais da vida é o desafio que Ciência Hoje e Ciência Viva propõem. Este é o terceiro concurso consecutivo lançado em parceria depois de «Na Senda de Darwin» e «Faz Portugal Melhor!», sendo que a este último concorreram inicialmente 700 equipas.

«Se eu fosse... cientista!», com arranque a 29 de Setembro e com a final a disputar-se em 21 de Maio de 2011 no Casino da Figueira da Foz, é um apelo à capacidade de investigação e à imaginação de todos os jovens do Ensino Secundário. Mais informações aqui.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Cresent Moon

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Clouds, Birds, Moon, Venus

Restos de supernova na matéria de um meteorito

Nanopartículas de um meteorito que caiu na Terra em 1864 tinham traços de um isótopo raro, sugerindo que na origem do sistema solar esteve uma gigantesca explosão.
Esta investigação começou em 1864, quando um meteorito de nove quilos caiu na localidade francesa de Orgueil. Na altura, o objecto foi levado para o Museu Nacional de História Natural, de Paris. Mas o valor científico deste meteorito não estava completamente explorado: recentemente, uma equipa internacional franco-americana descobriu ali partículas de matéria que adensam os mistérios sobre a origem do sistema solar. Os cientistas dizem ter encontrado rastos da explosão de uma supernova que ocorreu há 4,5 mil milhões de anos e cujos materiais se julga terem estado na origem do nosso Sol.
A equipa de cientistas analisou 1500 grãos retirados no meteorito de Orgueil e encontrou nanopartículas extraordinariamente ricas num isótopo de Crómio (Crómio 54) muito raro na natureza. A conclusão a que chegaram os cientistas das Universidades de Chicago e de Lille, além do CNRS francês, num artigo publicado em The Astrophysical Journal, é de que esta matéria (que tinha mil vezes menos do que a espessura de um cabelo humano) já existia antes da própria formação do sistema solar. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 15 de Setembro de 2010)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nova explicação para interacção entre Quarks e Gluões


Um novo fenómeno na interacção entre Quarks e Gluões (substância enigmática que une um quark e um anti-quark para formar o mesão) identificado por uma equipa de investigadores liderada pelo físico Eef Beveren, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), compromete alguns conceitos da actual Teoria das Interacções Fortes entre Quarks, misteriosas partículas subatómicas constituintes de toda a matéria – a interacção não gera novas partículas subatómicas, como se pensava, mas um mero efeito dispersivo, segundo foi hoje anunciado.
O estudo, que envolve também os físicos George Rupp, do Instituto Superior Técnico em Lisboa (IST), e Jorge Segovia, da Universidade de Salamanca, acaba de ser publicado na Physical Review Letters – revista de referência em toda a área da Física – e usou informação resultante de experiências realizadas nos laboratórios de SLAC (Stanford, EUA) e de KEK (Tsukuba, Japão). Nestas experiências são estudados pequenos sistemas, chamados mesões, formados pela união de um quark e um anti-quark, através de colisões que ocorrem nos grandes aceleradores de partículas. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 14 de Setembro de 2010)

Close up: ovos de insectos

Martin Oeggerli registou imagens impressionantes de ovos de insectos, usando um microscópio electrónico de varredura (SEM).
Sugestão do blogue Olha que maneiro.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Preparing for Progress

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Vela Supernova Remnant

JENAM 2010


Quatro intensos dias de participação no JENAM 2010, nos dias 6 a 10 de Setembro em Lisboa. Um programa intenso e muito interessante, com uma excelente organização.

sábado, 4 de setembro de 2010

NASA quer entrar na atmosfera do Sol

A agência espacial norte-americana quer enviar uma sonda para estudar o Sol em 2018. O objectivo é entrar na atmosfera solar com um engenho comandado à distância.A sonda, chamada Solar Probe Plus (SPP), terá que obter toda a informação antes de ser destruída pelas temperaturas altíssimas do Sol.
"As experiências são especificamente desenhadas para resolver duas questões-chave da física do Sol – por que é que a atmosfera exterior é muito mais quente do que a superfície visível e o que é que origina o vento solar que afecta a Terra e o nosso sistema", explica Dick Fischer, director da divisão de Heliofísicas da NASA em Washington, num comunicado emitido na quinta-feira. "Lutamos com estas questões há décadas e esta missão vai finalmente dar-nos uma resposta." Ler o resto da notícia. (Retirado do Público, 4 de Setembro de 2010)
Mais informações aqui.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) colocou à disposição do público, na plataforma de fotografias Flickr, mais de meio século da sua história , esperando agora que o público participe com comentários e recordações.
As imagens podem ser encontradas numa galeria intitulada "The Commons", espaço que a NASA acredita poder incentivar antigos funcionários ou visitantes das instalações a contribuírem para a construção de uma memória comum. Ler o resto da notícia. (Retirado do DN, 1 de Setembro de 2010)

Earth and Moon from MESSENGER