quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Novo mineral mostra que Marte teve água em estado líquido durante mais mil milhões de anos

A NASA descobriu que Marte teve água em estado líquido durante mais mil milhões de anos do que se julgava. A sonda “Mars Reconnaissance Orbiter” (MRO), que orbita o planeta vermelho para estudar a sua geologia, descobriu a existência de opala, um mineral formado a partir de silício e que necessita de água em estado líquido para existir. Esta extensão de tempo aumenta as possibilidades de ter existido vida em Marte. Ler mais
(retirado do jornal Público, 29 de Outubro de 2008)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vídeo-difusão da Palestra Pública do Observatório Astronómico de Lisboa

Vídeo-difusão da Palestra Pública do Observatório Astronómico de Lisboa
Palestra proferida pelo Doutor Nuno Santos, no dia 31 de Outubro, com o título "À procura de outros planetas: quantas terras existem na nossa Galáxia?". A partir das 21h30.

"Areia" mágica

terça-feira, 28 de outubro de 2008

modelo atómico - Rutherford


Perguntas:
Explica qual a importância da investigação de Rutherford e as implicações no dia-a-dia.

modelo atómico - Thomson


Perguntas:
Explica qual a importância da investigação de Thomson e as alterações introduzidas no modelo atómico conhecido anteriormente.

domingo, 26 de outubro de 2008

Imagens de átomos

Imagens de átomos obtidos num microscópio de efeito túnel ou STM (Scanning Tunneling Microscope), com uma resolução cerca de cem vezes superior ao tamanho de um átomo.


Superfície da platina (Fonte: IBM Research, Almaden Research Center)




O Homem de Monóxido de Carbono - Monóxido de carbono em Platina (Fonte: IBM Research, Almaden Research Center)









Curral atómico - átomos de ferro (cones azuis) sobre uma superfície de cobre (vermelho). (Fonte: IBM Research, Almaden Research Center)


O que são os quarks?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Gelo quente instantâneo

O exemplo de uma reacção de precipitação.

Hubble descobre uma nova classe de planetas

Vídeo sobre mais uma descoberta do telescópio espacial Hubble: uma nova classe de planetas (vídeo em inglês).

Avalanches de gelo em Marte

A sonda norte-americana Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) conseguiu captar as primeiras imagens, com êxito, de uma série de avalanches de gelo e poeira no pólo norte de Marte, anunciou na segunda-feira a NASA, escreve a Lusa.

A imagem, bastante detalhada, foi captada a 19 de Fevereiro e é uma das 2.400 fotografias apresentadas pela NASA na segunda-feira.

As objectivas da sonda que orbita Marte estão direccionadas para seguir as mudanças sazonais e o principal alvo da câmara a 19 de Fevereiro não era a zona onde as avalanches foram fotografadas. (Retirado de IOL, 4 de Março de 2008)

Sonda 'Cassini-Huygens' revelou os lagos de Titã

A sonda que tem estudado como nunca os satélites de Saturno identificou um lago com etano no estado líquido na superfície de Titã. O lago, que já foi baptizado como Lacus Ontarius, tem 20 quilómetros quadrados de área. Supõe-se que poderá haver chuva e evaporação neste mundo distante.
A sonda localizou, em pelo menos um dos lagos há já algum tempo observados, a presença de hidrocarbonetos no estado líquido, nomeadamente etano. A descoberta foi registada por um instrumento a bordo da sonda que identifica as substâncias químicas a partir da forma como estas absorvem ou reflectem a luz infravermelha. Até hoje não se sabia se as manchas escuras na superfície de Titã corresponderiam a massas líquidas ou a matéria sólida mais escura. As leituras de espectrometria da Cassini-Huygens não deixaram dúvidas e fazem de Titã o único corpo do nosso sistema solar no qual foram encontrados líquidos, além da Terra.
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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Pode um planeta ter dois sóis?

domingo, 19 de outubro de 2008

Pressão dos gases

O que acontece à pressão dos gases quando fazemos variar o volume?

Plutão já não pertence ao Sistema Solar


Questões:
1- Explica porque razão Plutão já não é um planeta do Sistema Solar.
2- Qual é a nova classificação de Plutão?

sábado, 18 de outubro de 2008

NASA vai lançar sonda IBEX para explorar os confins do sistema solar

A NASA (agência espacial norte-americana) vai lançar amanhã a sonda IBEX que, durante dois anos, vai captar imagens e cartografar os misteriosos confins do nosso sistema solar onde começa, a dezenas de milhões de quilómetros da Terra, o espaço interstelar.
A IBEX (Interstellar Boundary Explorer), que será lançada entre as 18h48 e as 18h52, levará instrumentos que lhe permitirão captar imagens e criar a primeira cartografia daquela vasta zona de turbulências e de campos magnéticos. Ler mais
(Retirado do jornal Público, 18 de Outubro de 2008)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Descoberto planeta tão quente como algumas estrelas

Uma bola gigante a escaldar e a alta velocidade. Uma equipa de astrónomos europeus descobriu um planeta que já bateu os recordes de temperatura e velocidade. Segundo a revista “New Scientist”, o WASP-12b é tão quente (2250 graus Celsius) como algumas estrelas e só demora um dia a completar a sua órbita.
O “novo” exoplaneta tem uma massa 1,8 vezes maior do que a de Júpiter e está a uma distância bastante curta da sua estrela, o que explica a razão pela qual é tão quente. No entanto, este mesmo facto foi uma surpresa para a equipa de cientistas que descobriu o “novo” corpo, porque desafia os modelos de cálculo da proximidade dos planetas às suas “estrelas-mãe”. Ler mais.
(Retirado do jornal Público, 16 de Outubro de 2008)

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Descobertas super-Terras 'vizinhas' do Sol

Cientistas da Universidade de Genebra anunciaram ontem a identificação de dois novos sistemas solares e de três planetas de dimensões não muito superiores às do globo (apelidados de super-Terras) a apenas 32 anos-luz do sistema solar.
Um grupo de astrofísicos do Observatório da Universidade de Genebra revelou ontem a descoberta de cinco planetas de massa idêntica à de Neptuno e Urano, que normalmente são apelidados de super-Terras, por terem uma dimensão inferior a 30 vezes a do planeta azul.
Três dos planetas gravitam em torno da estrela HD 40307, um corpo celeste algo menor que o Sol, que se situa a 42 anos--luz da Terra, ao Sul da constelação de Dorados e perto da de Pictor, que fazem parte da galáxia Grande Nuvem de Magalhães, que é satélite da Via Láctea. Em termos celestes, pode dizer-se que estes novos planetas são quase vizinhos do sistema solar.
(Retirado de DN, 17 de Junho de 2008)
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Estados da matéria

Pequeno vídeo que explica as diferenças entre os diferentes estados da matéria: sólido, líquido e gasoso.

Mudanças de estado físico

sábado, 11 de outubro de 2008

Catástrofes cósmicas - Impacto de objectos com o Planeta Terra

Através da história, o nosso planeta sofreu colisões com objectos de grandes dimensões, que causaram efeitos profundos na sua evolução e deixaram marcas visíveis na sua superfície.
Um dos exemplos mais impressionantes e bem conservados é a Cratera de Barringer, localizada no Deserto do Arizona, EUA. Com 1,2 km de diâmetro e 200 m de profundidade, esta cratera foi formada há 50 mil anos atrás, pelo impacto de um meteoróide de ferro com cerca de 50 m de diâmetro. Este objecto terá atingido o solo a uma velocidade de 40 mil km/h, causando uma explosão equivalente à detonação de uma bomba de hidrogénio de 20 megatoneladas, ou seja, mil vezes a potência da bomba lançada sobre Hiroshima.

Um caso mais "recente", ocorreu a 30 de Junho de 1908 na região de Tunguska, Sibéria. Um objecto com cerca de 80 m de diâmetro entrou na atmosfera terrestre com uma velocidade de 80 mil km/h tendo aparentemente explodido antes de atingir o solo a uma altura de 8 km. A explosão libertou uma energia de várias centenas de quilotoneladas, injectando milhões de toneladas de poeiras na atmosfera e derrubando árvores numa área de 2000 quilómetros quadrados em torno do local da explosão.

No final do período Cretácico, há 65 milhões de anos, ocorreu uma extinção em massa tendo desaparecido entre 60 a 80% de todas as espécies animais à face da Terra. Actualmente, uma das teorias mais aceites para este fenómeno é a de que um grande asteróide, com aproximadamente 10 km de diâmetro, terá colidido com o nosso planeta. O impacto terá formado uma cratera com pelo menos 160 km de diâmetro, levantando poeiras e detritos para a atmosfera, que aí permaneceram tapando a luz do Sol durante vários meses, o que levou inevitavelmente à extinção de várias espécies de seres vivos, como os dinossauros.

As colisões com objectos de grandes dimensões, como a que causou a extinção dos dinossauros, são um evento muito pouco frequente. Acredita-se que um asteróide com cerca de 1 km de diâmetro possa atingir a Terra a cada 300 mil anos. O impacto de um asteróide com o tamanho do que atingiu Tunguska ou do que formou a Cratera de Barringer, ocorre uma vez em algumas centenas de anos. No entanto, o facto destes impactos de grandes dimensões serem muito pouco frequentes, não implica que não possam ocorrer. A questão não é "se" mas sim "quando". Estaremos preparados?

(Ler o texto completo)

O maior meteorito conhecido

O maior meteorito conhecido é o Hoba West e encontra-se na Namíbia. Dadas as suas dimensões nunca foi movido e pensa-se que tem 60 toneladas de massa.

Chuva de meteoros das Perseidas

Todos os anos, por volta do dia 12 de Agosto, é tempo da Chuva de Meteoros das Perseidas. O fenómeno designado por meteoro tem a sua origem na entrada na nossa atmosfera de pequenos pedaços rochosos, a maioria menor que uma ervilha, que se tornam luminosos devido à sua elevada velocidade. As Perseidas são uma chuva cujos meteoros são observados desde meados de Julho até finais de Agosto como se partissem da constelação do Perseus. Porém, uma mesma chuva de meteoros não tem a mesma intensidade todos os anos, nem é vista da mesma forma de todos os locais da Terra. Ler mais


Impacto do cometa Shoemaker em Júpiter


Em Julho de 1994, o Cometa Shoemaker-Levy 9 colidiu com Júpiter, o que permitiu aos astrónomos recolher imagens espectaculares. Os detritos da colisão foram visíveis quase durante um ano através do Telescópio Espacial Hubble.

Fonte: H. Hammel (MIT), WFPC2, HST, NASA


Nesta imagem podemos os diferentes fragmentos do cometa.

Imagem cedida pela NASA/Space Telescope Science Institute

Neste pequeno vídeo podemos ver uma simulação do impacto dos fragmentos do cometa no Planeta. (fonte: Hubble Source Video)




Morte de uma estrela


Nesta imagem espectacular captada pelo telescópio espacial Spitzer, da NASA, podemos ver com uma estrela morta (anã branca), a cerca de 700 anos-luz da Terra. A estrela morta encontra-se no centro da nebulosa da Hélice, envolvida por uma nuvem de poeira e cometas.
Fonte: NASA, JPL, Caltech.

Uma reacção química em espiral

O que acontece quando as galáxias colidem?

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Gémeo Solar

(Retirado da revista Sábado de 25 de Setembro de 2008)

O que acontecerá à Terra quando o Sol morrer?

O que é o CERN?

Vídeo muito interessante que explica, de uma forma resumida e acessível, o trabalho desenvolvido pelos investigadores.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Prémio Nobel da Química 2008




O Nobel da Química foi atribuído, esta quarta-feira, a dois americanos Roger Tsien et Martin Chalfie e ao japonês Osamu Shimomura.

Os cientistas foram distinguidos pela descoberta e desenvolvimento da proteína fluorescente verde, anunciou o Comité do Nobel.

Prémio Nobel da Física 2008



O Prémio Nobel da Física foi hoje atribuído Yoichiro Nambu, de origem japonesa mas com cidadania americana, e aos japoneses Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa.

Yoichiro Nambu foi distinguido com o prémio pela descoberta do mecanismo da rotura espontânea da simetria na área da Física subatómica.

Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa foram distinguidos "pela descoberta da origem da rotura da simetria, que prediz a existência de pelo menos três famílias de 'quarks' na Natureza".
Ler o resto da notícia

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Calvin, a gravidade e os buracos negros


(Retirado de Calvin and Hobbes de Bill Watterson)

sábado, 4 de outubro de 2008

Modelos Geocêntrico e Heliocêntrico

O Modelo Geocêntrico, defendido pelo filósofo grego Aristóteles, no século IV a.C., colocava a Terra no centro do Universo. As observações realizadas no dia-a-dia pareciam apoiar este modelo: a Terra parecia imóvel e todos os astros observáveis (planetas e estrelas) pareciam girar à sua volta. Este modelo, também defendido por Ptolomeu, foi aceite até ao séc. XV.
O Modelo Heliocêntrico coloca o Sol no centro do Universo, com os planetas a orbitarem à sua volta. Foi Aristarco de Samos quem primeiro defendeu esta ideia, que iria ser recuperada por Nicolau Copérnico mais de mil anos depois, e posteriormente também defendida por Galileu Galilei.
Vê o vídeo para saberes mais sobre estes modelos.

Reacção oscilante

Um exemplo de uma reacção química espectacular. Observem com atenção a mudança das cores.


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O que é um buraco negro e porque suga os objectos do espaço?


Os buracos negros são regiões do espaço onde a gravidade é tão forte que nem a luz consegue escapar à sua atracção implacável. Resulta da morte de estrelas enormes, contendo 8 a 100 vezes mais matéria do que o nosso Sol.
A estrela termina a sua vida numa tremenda explosão. Depois, o que resta da estrela colapsa. Arrastada pela própria gravidade a matéria das estrelas aperta-se cada vez mais. A gravidade não é mais do que a atracção de um pedaço de matéria por outro pedaço. Quanto mais matéria existe num sítio maior é a força gravitacional.
Em 1992 o telescópio espacial Hubble enviou imagens nítidas do centro de uma galáxia, onde os cientistas suspeitavam estar um buraco negro. O que os cientistas viram foi um conjunto de poeiras brilhantes, girando em turbilhão, com a forma de um donut. Os cientistas pensam que no centro pode estar um monstruoso buraco negro, com a matéria equivalente a 10 milhões de estrelas.
(Adaptado de Sabes Porquê? O Grande Circo da Ciência Júnior)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Reacções de precipitação - nitrato de prata e hidróxido de sódio

Outro vídeo muito interessante com a reacção de precipitação do nitrato de prata com o hidróxido de sódio.


Questões:
Escreve a equação de palavras.
Indica o nome dos reagentes e dos produtos da reacção.
Indica o nome do sal solúvel e do sal insolúvel.

Reacções de precipitação

Vídeo muito interessante que mostra várias reacções de precipitação.

Quem foi Antoine Lavoisier

Nascido em Paris, em 1743, Antoine-Laurent de Lavoisier pertencia à pequena nobreza. Foi o primeiro cientista a enunciar o princípio da conservação da matéria. Refutou a teoria flogística e participou na reforma da nomenclatura química. Ficou célebre pela sua frase "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".
A única coisa que Lavoisier nunca fez foi descobrir um único elemento. Naquela altura, em que qualquer Zé da Esquina com uma proveta, uma chama e uns pós interessantes podia descobrir qualquer coisa nova – e quando cerca de dois terços dos elementos estavam ainda por descobrir – Lavoisier não conseguiu descobrir um único. Em vez disso, Lavoisier pegou nas descobertas dos outros e deu-lhes algum sentido. Ignorou o flogisto e os ares mefíticos. Compreendeu para que servia o oxigénio e o hidrogénio e deu a ambos os seus nomes actuais. Em resumo, ajudou a dar rigor, clareza e método à ciência química.
Durante anos, ele e a mulher fizeram estudos extremamente rigorosos que necessitavam de medições muito precisas. Descobriram, por exemplo, que um objecto ferrugento não perdia peso, como todos pensavam havia muito tempo; pelo contrário, ficava mais pesado, o que constituiu uma descoberta surpreendente. Foi a primeira constatação de que a matéria poderia transformar-se, mas não perder-se. Este conceito, verdadeiramente revolucionário, ficou conhecido como a lei da conservação da massa. Infelizmente, coincidiu com outro tipo de Revolução – a Revolução Francesa – e, em relação a essa, Lavoisier estava inteiramente do lado errado. Acabou por ser executado na guilhotina em 1794.

(Adaptado de Bryson, B., Breve História de Quase Tudo)

Questões:
Explica qual a importância do trabalho de Lavoisier no desenvolvimento da química moderna.
Explica o que significa a frase “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".